Os escritores Oulipianos

10 de setembro de 2009 às 15:21 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Jacques Roubaud, nascido em 1932, foi diretor de estudos na École des hautes études en sciences sociales (EHESS) até 2001.  Compositor de poesia, aposentado como matemático, Jacques Roubaud foi cooptado ao Oulipo em 1966 a partir da proposta de Raymond Queneau. Co-fundador do Alamo com Paul Braffort, ele abriu em 1989 com o Grande Incêndio de Londres um longo ciclo de prosa. Inventor de várias condições (das quais o « baobab » e o « haïku oulipien généralisé »), ele é o autor da primeira     « viagem », continuação da Viagem de inverno perecquiano, preparando o caminho para o primeiro  romance coletivo do Oulipo. Ele é um dos tradutores da « Bíblia dos escritores » publicada no ano de 2001 pelas Éditions Bayard.

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Marcel Bénabou, nascido em Meknès, Maroc, em 1939, vive em Paris desde 1956. Historiador, foi professor de história romana na Université Paris 7 – Denis Diderot (1974-2002). Escritor, ele foi cooptado ao Oulipo em 1969, após seu amigo Georges Perec. Como testemunham os títulos de suas principais obras publicadas (por exemplo:  Pourquoi je n’ai écrit aucun de mes livres, ou Jette ce livre avant qu’il soit trop tard), ele põe no centro de suas preocupações os problemas da leitura e da escrita. Em suas produções oulipianas, tentou explorar diversos domínios, notadamente o da erudição (a pesquisa dos “plagiadores por antecipação” do Oulipo na Antiguidade grega e romana), e o das manipulações combinatórias sobre “a linguagem cozida”. Desde 1970, ele é  “secretário definitivamente provisório” do grupo.

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Jacques Jouet, nascido em 1947,  é membro do Oulipo desde 1983. Seu primeiro contato com  o Oulipo foi, em 1978, uma oficina de escrita dirigida por Paul Fournel, Georges Perec e Jacques Roubaud. Ao mesmo tempo poeta, romancista, novelista, autor de teatro, ensaista, e artista plástico (ele realiza colagens). Jacques Jouet participa também na emissão «les Papous dans la tête» em France Culture.

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Hervé Le Tellier, nascido em 1957, entrou no Oulipo em 1992. Doutor em linguística, autor de um ensaio sobre a estética do Oulipo, ensina jornalismo na Paris III e as práticas redacionais na universidade Paris V. Muitos de seus trabalhos oulipianos se situam no domínio do texto curto, ou mesmo do fragmento, e se assemelham à série construida em torno de uma restrição. É o caso, entre outros, dos amnésiques n’ont rien vécu d’inoubliable, de Joconde jusqu’à cent, ou da Capela Sistina. Desde o ínicio de 2002, ele escreve um bilhete quotidiano para a micro-edição matinal do jornal Le Monde. Colaborador da emissão de France-Culture « Les Papous dans la tête ».

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