Sobre Oubapo
23 de setembro de 2009 às 18:28 | Publicado em O que é o Oulipo | Deixe um comentárioTags: quadrinhos
Sites no Brasil e no mundo sobre o movimento oubapiano.
Projeto Corpos Telúricos
20 de setembro de 2009 às 22:50 | Publicado em O que é o Oulipo | Deixe um comentário
Projeto corpos telúricos : a vídeodança como suporte da ecoarte. Vídeo-dança passo a passo-André Meyer (Escola de dança, UFRJ)
Este projeto tem como finalidade e objeto principal apresentar as atividades desenvolvidas pelo Projeto Corpos Telúricos: a Vídeodança como suporte da Ecoarte sob coordenação dos professores Ana Célia Sá Earp e André Meyer Alves de Lima visando sua amostragem em eventos relacionados ao 2009 Ano da França no Brasil. Corpos Telúricos é um projeto que une dança, poesia e imagem visando à produção de audiovisuais baseadas na relação corpo-natureza, realização de espetáculos interativos e publicação de artigos sobre processos de criação. Corpos Telúricos está pautado nesta transpoética tendo vídeo dança como suporte da ecoarte. Seu núcleo de criação na realização da trilogia Água das Origens, Passo a Passo e Apelo dos Cimos e de performances de dança com uso de projeção da imagem na cena. Tem como pólos teórico-metodológicos principais a filosofia da imaginação de Gaston Bachelard e a noção de corpo ambiental presente nas concepções de dança da professora Emérita Helenita Sá Earp. Este projeto se encontra em andamento desde agosto de 2004 como parte de um dos projetos do Programa Interdisciplinar de Iniciação e Profissionalização Artística da Companhia de Dança Contemporânea Helenita Sá Earp – UFRJ.
Passo a Passo, segunda produção do projeto e vídeo performance Projeção Telúrica estreou no CCS / Auditório Leopoldo de Meis – junho / 2007, no II Festival Internacional de Cinema Sócio Ambiental – Muri Cine – Friburgo /RJ novembro / 2007; na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2007 – outubro /2007; no encerramento do Curso de Extensão Pós-modernismo: a arte na cena contemporânea no Salão Azul do CLA – dezembro /UFRJ /2007 que contou com a presença de 400 participantes; no V Seminário Conhecendo e Reconhecendo da Dança da UFRJ. Essa trajetória não pode deixar de ser mencionada, pois apenas para citar dois festivais e cinema e arte nos quais o Projeto Corpos Telúricos se presentificou com Água das Origens em 2006 na 9 ‘eme Edition du Festival de Poésie VOIX DE LA MÉDITERRANÉE / Lodève – França, com ampla programação de produções de teatro, circo, performances, dança, música e cinema. Neste festival, participaram mais de noventa artistas da região do mediterrâneo e contou com a presença da grande dama da dramaturgia contemporânea francesa – Fanny Ardant.

Monovocalismo
20 de setembro de 2009 às 22:26 | Publicado em O que é o Oulipo | 1 Comentárioda Raffaele Aragona,
Oplepiana. Dizionario di Letteratura Potenziale, Zanichelli, Bologna, 2002
MONOVOCALISMO
Un intero testo viene scritto (o “tradotto”) utilizzando una sola delle cinque vocali: un lipogramma, in effetti, nelle quattro vocali bandite. Si tratta di una struttura molto utilizzata, anche al di fuori dell’àmbito specifico oulipiano o oplepiano.1
1 Il monovocalismo è stato utilizzato dagli oulipiani in vario modo. A Georges Perec si deve un testo What a man! (1980) nel quale la sola vocale adoperata è la a; ma prima di questo lo stesso Perec aveva scritto Les Revenentes (1972), un racconto monovocalico in e e, un anno più tardi, realizzò anche un monovocalismo in o: Morton’s ob.
Jacques Roubaud volle spostare il tiro componendo un «monofonismo», un poema dal titolo Deux bœufs, deux freux, del quale questo è un piccolo estratto:
Ce que je veux, je ne le peux
Ce que je peux, je ne le veux.
Jacques Jouet, invece, ha voluto estendere l’uso del monovocalismo alla critica letterari con un testo intitolato “Les sept règles de Perec” (La Bibliothèque Oulipienne, vol. 3), che così inizia:
«En présence des textes de Perec, je cherche d’emblée le sens de l’ensemble, le centre de cette sphère révérée, germes et semences. Espèce d’élève blême en dette envers Perec, je prends les rênes et me sers de menées de même genre. Je tente de mettre en scène les mêmes gestes, de répéter le mêmes percées… Je dépense les rentes de Perec…».
(…)
Su un testo musicale della compositrice Lucia Ronchetti e per l’ensemble tedesco «Neue Vocalsolisten», Ermanno Cavazzoni ha scritto una sorta di madrigale che si svolge attraverso il dialogo intessuto da sei personaggi (5 cuochi ed un’assistente); le voci dei cuochi sono caratterizzate dal monovocalismo. Il basso profondo, per esempio, rappresenta il cuoco più importante e famoso del gruppo: consulta solo testi latini, utilizzando esclusivamente parole con la vocale u, intervenendo con brevi e sarcastici commenti. Dopo di lui è l’assistente-interprete, soprano lirico, ch’è l’unica voce libera dalla gabbia monovocalica e rappresenta perciò una sorta di fil-rouge tra tutte le voci e le vocali.
Qual é a regra?
20 de setembro de 2009 às 18:58 | Publicado em O que é o Oulipo | Deixe um comentário
Clique nas imagens para ampliá-las. Tente descobrir qual é a regra.
- Tramonti e Negazioni. Qual a diferença entre os dois poemas?
| De Oplepo |
| De Oplepo |

Qual a regra? 2

Qual a regra? 3/a

Qual a regra? 3/b
Textos oplepianos
17 de setembro de 2009 às 14:30 | Publicado em O que é o Oulipo | Deixe um comentárioTags: Brunella Eruli, Domenico D'Oria, Itália, Oplepo, Paolo Albani, poesia, Raffaele Aragona
| Clique na imagem para ler. |
| Oplepo |
As oficinas de escrita
17 de setembro de 2009 às 0:39 | Publicado em O que é o Oulipo | Deixe um comentárioTags: Ana Alencar, Brunella Eruli, Domenico D'Oria, Georges Perec, Hervé Le Tellier, Jacques Jouet, Jacques Roubaud, literatura, Marcel Bénabou, oficina, Raymond Queneau, UFRJ
Exemplos de oficinas:
Para participar das oficinas que serão realizadas no Rio de Janeiro, escreva para oulipobr@gmail.com. Ainda estamos confirmando todos os locais.
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Organização, apoio e patrocínio
15 de setembro de 2009 às 12:47 | Publicado em O que é o Oulipo, Programa | Deixe um comentárioTags: Academia Brasileira de Letras, Alliança francesa, Brasil, dança, Fraça.br, França, Instituto Italiano de Cultura, Itália, Jardim Botânico, Maison de France, Marcel Bénabou, matemática, Médiathèque, Música, Raffaele Aragona, Rio de Janeiro, UFRJ
Oulipo no Brasil, o evento.
Primeiro nasceu o OuLiPo, o Ouvroir de Littérature Potentiel, depois o OpLePo, Opificio di Letteratura Potenziale. Agora vemos nascer o OBLiPo, uma Oficina Brasileira de Literatura potencial.
Os estudos no Brasil já existem. Nosso projeto visa incentivar a criação de obras com a criação potencializada para elementos musicais, visuais, matemáticos. O evento de outubro reunirá escritores franceses e italianos que virão ao encontro de potenciais colegas brasileiros. Apostamos nisso.
Organização:
Bureau du Livre e Embaixada da França no Brasil; Istituto Italiano di Cultura – Rio de Janeiro e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Patrocinadores
Academia Brasileira de Letras; Banco do Brasil; Casa da Ciência da UFRJ; Embaixada da França no Brasil; Istituto Italiano di Cultura – Rio de Janeiro; UFRJ (Proreitoria de extensão).
Apoio
Aliança Francesa; Decania do Centro de Tecnologia da UFRJ; Forum de Ciência e Cultura
EQUIPE DE PRODUÇÃO
BRASIL
Stefanella Boatto – Idealizadora e Diretora de produção
Instituto de Matemática, UFRJ
Maria Clara Carneiro – Produtora executiva
Alessandra Vannucci – Produtora executiva (eventos de teatro)
Ana Alencar – Produtora executiva (eventos de literatura)
Faculdade de Letras, UFRJ
Andre Meyer – Produtor executivo (eventos de dança)
Escola de Dança, UFRJ
Leonardo Fuks – Produtor executivo (eventos de música)
Escola de Música, UFRJ
Tiago Lacerda – Curadoria da exposição de quadrinhos.
Andrea Carvalho Stark – Assistente de divulgação
FRANÇA: Marcel Benabou – representante do OuLiPo
ITÁLIA: Raffaele Aragona – fundador do OpLePo
AGRADECIMENTOS
Isabel Azevedo, vice-diretora da Casa da Ciência.
Nei Rocha (traduções)
Elis Galvão e Aurélie Cavaille (divulgação do evento)
Henrique Carneiro (logo)
Tiago Lacerda (curadoria da exposição Oubapo)
Ao Instituto de Matematica, à Facultade de Letras, à Escola de Música, à Escola de Dança e à Escola de Comunicaçao (curso de direção teatral) da UFRJ.
Leonardo Fuks
13 de setembro de 2009 às 20:45 | Publicado em biografia | 1 ComentárioTags: bicicletas, biografia, leonardo fuks, Música
Leonardo Fuks professor da Escola de Música da UFRJ desde 1991, Leonardo Fuks combina engenharia acústica, de produção e mecânica com uma carreira de oboísta de orquestra e de música contemporânea, tendo tocado da Sinfônica do Paraná, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, grupos populares e colaborado com a compositora Jocy Oliveira por mais de 10 anos. Seu trabalho de tese, com um estudo sobre a voz profundamente dos monges doTibet, proporcionou a primeira explicação e descrição correta de tal fenômeno vocal, que aprendeu a dominar em sua própria voz. Criador e diretor da Cyclophonica, única orquestra de bicicletas do mundo, e idealizador do projeto Cellphonica de música com celulares, Fuks vem apresentando seu trabalho em reportagens e programas de TV e outras midias.
Inventa e produz instrumentos para seus grupos musicais e disponibiliza instrumentos de baixo custo e qualidade para profissinais do saxofone e clarineta. Já realizou palestras e workshops no Japão, Estados Unidos, México, Alemanha, Dinamarca, Suécia e Itália.
Ana Alencar
13 de setembro de 2009 às 20:45 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentárioTags: Ana Alencar, literatura
Ana Alencar é professora do Programa de Ciência da Literatura, da UFRJ, e tradutora. Entre outras, Ana Alencar fundou, junto com a professora Ana Lúcia Moraes, o projeto de pesquisa sobre as oficinas de escrita desenvolvidas na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em andamento desde março de 2004, conta com o apoio essencial do Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
André Meyer
13 de setembro de 2009 às 20:44 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentárioAndré Meyer é professor da Escola de Dança da UFRJ desde 1996. André Meyer combina dança, imagem e poesia na pesquisa e produção de vídeodança, tendo se apresentado como intérprete e coreógrafo em festivais de dança, cinema e poesia na México, França, Alemanha e de temporadas em teatros no Rio de Janeiro e outros estados no Brasil.
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